Depois de alguns “milhares de anos” sem me interessar por postar algo, lógico que apesar da correria do dia a dia (notem que dia – a – dia não possui mais hífen de acordo com as novas regras gramaticais, rss), também existe um tanto de preguiça para escrever algo.
Mas retorno aqui hoje inspirado em absolutamente nada, retorno apenas por recordar que gosto de escrever. Não que escreva bem, logo então não posso me vangloriar por saber como se faz. Gosto de escrever para lembrar que por apenas alguns minutos sou livre, posso expor minhas idéias, posso sentir, pensar, viajar, sonhar sem me importar com que as pessoas pensaram, falaram ou julgaram dessas palavras.
Às vezes me perturba a forma que somos oprimidos em relação a nossa liberdade, seja em casa, no trabalho ou nos momentos de lazer, a todo momento me deparo com pessoas que acham ser as donas das verdades . E o que mais me revolta é saber que na maioria das vezes, por se fazer valer suas idéias, deixamos de viver experiências, trocar informações, absorver conhecimento, deixamos de criarmos nossas opiniões.
Há algum tempo atrás, procurando na internet frases e pensamentos para expressar um sentimento, me deparo com a seguinte citação de Luis Fernando Veríssimo - “A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final.” – me pus a pensar, como mesmos criamos a nossa personalidade? O que nos distingue das outras pessoas?
Acredito que só exista uma forma de se evoluir como pessoas, e essas são: errando, sofrendo, se arrependendo, caindo, levantando, chorando, apanhando (no sentido figurado ou literal da palavra), se alegrando, se entristecendo, resumidamente... Vivendo!
Por logo então deixe as pessoas viverem, sentirem, muitas vezes devemos andar com nossos próprios pés, e mesmo que já tivemos experiências parecidas, não podemos saber se terão o mesmo fim, porém se tivera, estará ali para apoiar, você já passara por isso, já aprendera com o mesmo ato vivido, mais não tire das pessoas a única coisa que lhes tens direito nessa vida, que é o ato de viver.
Abraços, Turini – O Astronauta Terrestre.
domingo, 22 de maio de 2011
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3 comentários:
Gostei do texto velho. Tava inspirado mesmo.
isso tudo m deixou aki refletindo sobre minha vida...como tenho vivido..ou deixado d viver...infelizmente não tenho escolha...
muito lindo isso q vc escreveu...
bjo e fica bem...
dry
cada palavra me lembra um passado um pouco distante de nós dois... pessoas falando, julgando e nos crucificando.
É bom saber que saímos mais fortes, e que conseguimos aprender algo com a situação.
#teamo
Juzinha
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